segunda-feira, 22 de março de 2010

Warren Dunes State Park - lago congelado

Tarde, mas aqui vao as fotos do lago congelado. Quase no final de Janeiro, num sábado, depois de vir ao laboratório terminar umas coisas, decidi ir "espairecer" até ao lago. Se em Portugal quando o fazia fugia até ao mar, aqui, torna-se algo difícil, para nao dizer impossível. Assim que, o lago acaba por s tornar um ponto de refúgio e relaxamento. A verdade é que quando vim nao fazia planos de ir até ao lago, mas como sou ligeiramente dado a loucuras de última hora, decidi ir até lá. Parei em casa do Piero, que nao me esperava e em cinco minutos tinha-o comigo no carro.

A viagem foi feita devagar. Embora nao nevasse, havia neve na estrada e, embora já tivesse algum tempo de conduçao em neve, nao me sinto ainda à vontade para maluquices. É que quando um carro perde aderência, normalmente só pára ou quando cai na vala, ou quando atinge algum objecto... o dia tao pouco estava demasiado bonito. Cinzento, com alguma que outra breve aberta, na qual se conseguia ver o céu. Embora a viagem até às dunas possa ser feita por vias rápidas, aquela a quem chamo a minha "namorada electrónica" (GPS) costuma levar-me por caminhos cénicos. Obviamente que nao me importo, quando tenho tempo. Assim, passámos por meio de campos de cultivo (é uma zona basicamente agrícola), onde o branco era a cor dominante. As paisagens lindas, muito pacatas e bucólicas.

Chegados ao parque, senti-me levemente perdido. Conheço bem as dunas de lá ter estado umas quantas vezes, mas essencialmente no verao e outono. Onde vejo o lago e é tudo "dourado". Desta vez, o branco dominava. Entre o lago e a praia, erguia-se uma muralha de gelo (difícil dizer onde começava um e acabava o outro). Armados em valentes (viemos a descobrir depois que fizemos asneira da grande) lá subimos a muralha e chegámos ao lago. Ao lago, ou melhor dito, à enorme pista de patinagem no gelo. A paisagem, simplesmente fenomenal. Nunca, mas nunca imaginei vir a ver uma paisagem destas. Lembrou-me, de certo modo, daqueles documentários filmados no Alasca ou Islândia.








Depois de feitas as fotos na beira do lago, decidimos ir dar uma volta. Caminhar ao longo da praia (?) e subir à duna maior. Isto, claro está, sem deixar de fazer fotos. Cada passo que dávamos, com cada olhar, era uma sensaçao indescritível. As fotos, é certo, nao fazem jus à verdadeira beleza do local. É difícil exprimir, mesmo com palavras, a quantidade avassaladora de sentimentos que apareciam.









No caminho de volta, vimos gente a pescar no lago. Um desporto que gostava de experimentar, mas que infelizmente nao experimentei. Pescar no lago... à primeira vista parece uma coisa banal. Nunca pesquei em lagos, a minha experiência em pesca de água doce resume-se a algumas barragens nas canárias. Mas nao é o facto de pescar no lago que mais me seduz, senao o facto de pescar sobre o lago. Tendo em conta as gélidas temperaturas que se faziam sentir, a superfície do lago estava congelada, com uns 20 cm de gelo. Pela primeira vez caminhei sobre água :) os primeiros passo foram hesitantes, nunca o tínhamos feito e o medo de que o gelo se partisse e déssemos um daqueles mergulhos que ninguém quer dar, foram os responsáveis. Vendo-nos tao fora de contexto, uns pescadores, que voltava, tranquilizaram-nos e disseram-nos que nao tivéssemos medo, que nunca se iria partir. Uma vez tranquilizados, lá caminhámos mais a gosto. O gelo, encontrava-se aqui e além ponteado com furos, uns mais recentes que os outros. E sobre o gelo, inúmeros pescadores, com toda a parafernália de instrumentos que podem ver nas fotos. Achei especialmente interessante a "broca" manual que se tem que levar. Pelos vistos esta é uma pesca divertida, pois os peixes estao esfomeados e atiram-se facilmente aos iscos. Enquanto lá estávamos, vimos sair 2-3 peixes, pequenos é certo, mas ainda assim peixes!



Ao final do dia, dirigimo-nos de novo para Notre Dame. Foi um dia muito bem passado, com uma série de experiências novas. Mais uma em terras americanas...

segunda-feira, 1 de março de 2010

Hooters night

Há bares e bares, formas e formas de cativar a clientela. Aqui nos Estados Unidos há uma cadeia de bares muito famosa. Nao pela qualidade da comida nem pelos preços praticados, mas sim pelas empregadas. E essa cadeia chama-se nem mais nem menos que Hooters. Para fazer um jantar de despedida de um dos pós doutorados que se ia embora, o local decidido foi esse bar. Creio que a grande maioria de nós, pelo menos os nao nativos, ia curiosa, pois a fama é grande e, verdade seja dita, os anúncios na televisao eram bastante sugerentes. Uma vez lá chegados.... surpresa. Era uma noite especial, assim que em vez dos curtos calçoes e ajustado top, fomos brindados com empregadas em camisa e... boxers!

Realmente o restaurante, como local para ir comer, nao era grande coisa. Nao era barato (tao pouco caro) e a comida perfeitamente normal. É certo que as vistas até eram interessantes (embora me tenham dito que em cidades grandes sao verdadeiramente interessantes). Valeu pela experiência e por me ter metido um pouco mais na cultura americana. Nao será para repetir certamente...







Holland, MI

Depois de um bom pequeno almoço, dirigimo-nos a Holland, uma pequena cidade nas margens do Lago Michigan e de um canal. Pelos vistos foi uma zona colonizada por um grande número de colonos holandeses, havendo perto outras cidades com nomes idênticos a cidades na Holanda. Esta é uma cidade tida como a segunda melhor para viver nos EUA, e depressa viríamos a descobrir o porquê.

Depois de uma paragem estratégica no posto de turismo, fomos até à "Dutch Village", uma cópia de uma típica cidade Holandesa. Com um canal, casas pequeninas e até um moinho, num a área rural bastante grande, era um sítio pacato mas bastante agradável.



Depois de explorada a pequena Dutch Village, decidimos ir até ao lago, onde sabíamos haver um farol vermelho bastante bonito. Acho piada aos faróis daqui, pois se os nossos fossem como os deles, na primeira maré viva iriam parar a Marrocos :) (estou a ser injusto, estes sao faróis de lago, mas mesmo assim, as comparaçoes sao inevitáveis...). Para chegar ao farol fizémos umas quantas milhas ao longo do lago. Umas casas como nunca tinha visto. Destilavam a luxo e a gente com muito, muito, mas mesmo muito dinheiro. Casas enormes, cujo jardim acabava... no lago! Houve ainda tempo para ver o "bom" gosto de algumas casas, como poderao ver nas fotografias mais abaixo... Depois deste passeio "deprimente", chegámos à marina. Se bem que o lago se encontrasse congelado, a vista era bonita. E alguns dos barcos que vi fora de água... uma vez mais, indicativos do tamanho da carteira desta gente. Chegados ao farol, foram feitas as fotografias da praxe, disfrutou-se do ar fresco e do céu azul e voltámos para casa. Afinal, o dia anterior tinha sido violento e segunda feira era dia de trabalho...









5th Winter Beer Festival at Grand Rapids, MI

Este fim de semana a curiosidade levou-nos cerca de duas horas a norte de South Bend, à cidade de Grand Rapids, em Michigan. Lá, celebrava-se o quinto festival de Cervejas de Inverno. Aqui nos Estados Unidos, cada marca lança cervejas mais adequadas para o Inverno ou Verao, para além de alguma ediçao especial. Este festival reuniu 35 microcervejarias de Michigan, num total aproximado de 200 cervejas diferentes, com cores, sabores e teores alcoólicos bastante distintos.


Sendo assim, lá nos dirigimos até ao festival. Tempo para uma paragem no hotel, para deixar as malas e o carro (malta responsável ein??), agarrar o táxi e dirigir-nos para o festival. A temperatura era agradável, ligeiramente acima dos 0ºC, num recinto ao ar livre e com alguma neve. Felizmente, o dia estava bonito, conseguiam-se ver algumas zonas de azul, com pouco ou nenhum vento e absolutamente nenhuma neve. Uma vez entrados, dirigimo-nos ao primeiro expositor para a primeira das (muitas) cervejas que viríamos a tomar. Depois da cerveja, tempo para ir comer algo. Tinhamos saído muito cedo de South Bend e já era meio dia. Sem mais que o pequeno almoço às 8 da manha, a fome começava a apertar. Para além dos típicos hambúrgueres e cachorros quentes, lá encontrei algo mais típico e decididamente muito mais saboroso: perna de perú fumada! Apesar de poder parecer estranho, lá me decidi a mais uma experiência em terras de tio Sam e devorei uma. A pele, muito semelhante à do nosso leitao. O interior, tenro e bastante saboroso. Com manjares destes, poderia mudar de opiniao relativamente à péssima cozinha norte-americana.



Feita a experiência gastronómica, tempo de voltar à cerveja, a principal razao da nossa viagem. Provámos muitas, desde as típicas loiras de 5-6% de álcool até às negras de mais de 10% de álcool. Das que provei, gostei de muito poucas e cheguei inclusivé a mandar algumas delas fora. Decididamente, há cervejas muito estranhas por aqui e estranha-me que alguém as consiga beber.


Cinco horas e vinte e quatro amostras de cerveja depois, acabou o festival. Tendo em conta o avançado estado do dia, a fome voltava a apertar. O destino seguinte, depois de lutar por outro táxi à saída do festival, foi o bar "Hopcat". Tínhamo-lo descoberto quando andávamos à procura de bilhetes e a dona tinha sido extremamente simpática connosco, mesmo sem nos conhecer de lado algum. Para além disso, foi-nos descrito por várias pessoas no recinto do festival como um dos, senao o, melhor bar da cidade. Chegados lá, compreendemos o porquê. Uma atmosfera deveras agradável, com um estilo antigo. Fez-me lembrar os cafés da antiga Lisboa... Para o jantar, "fish and fries", com algo que disseram ser bacalhau (algo que nao acredito muito, mas...). Algo que descobri aqui e bastante saboroso, sao batatas fritas com sal e pimenta negra. Pode parecer estranho, mas acreditem, merece a pena experimentar!



Depois do jantar, e decididos a testar a noite de Grand Rapids ao máximo, divagámos de bar em bar, bebendo e jogando bilhar. Finalmente, 14 horas depois da primeira cerveja, dirigimo-nos para o hotel. Tempo para dormir e destilar algum do álcool ingerido. De manha, uns com melhor cara que outros (pessoalmente acho que o menos mal era eu) fomos tomar o pequeno almoço. Fomos, alguns, porque houve quem com a ressaca nao conseguisse tocar em nada de comer.




E que melhor do que um daqueles pequenos almoços pesados para nos fazer sentir melhor? Salsichas, ovos, e algumas coisas mais e cinco minutos depois senti-me como uma nova pessoa. Depois do pequeno almoço, fomos até Holland, uma outra cidade perto do lago Michigan. Fotos e descriçao em post a ser colocado mais tarde.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Harlem Globetrotters @ Notre Dame

Embora já com umas semanas de atraso, aqui ficam a entrada dedicada aos famosos Harlem Globetrotters. Quem nao se lembra daqueles desenhos animados da Hanna-Barbera, num já longínquo passado? Eu lembro... e foi graças a esses desenhos que esta equipa ficou no meu imaginário, até ao dia em que soube que vinham até Notre Dame para um jogo. Primeira acçao: procurar companhia para ir ver o jogo. os suspeitos do costume, Piero e Hilary foram fáceis de convencer. Erin nao tao fácil e ainda se riu na minha cara a dizer que era para crianças. Sebástian e Leticia... coisa de poucos minutos. Será pela minha inata habilidade para convencer as pessoas que me chamam "enabler"? :)

Sexta-feira à noite, lá nos dirigimos nós até ao centro de desportos. Nós e mais uns quantos milhares de pessoas. Apesar de nao estar casa cheia, as bancadas apresentavam-se bastante coloridos, sendo na sua maioria famílias com a sua descedência. mas, como dentro de cada um de nós existe uma criança, e como a minha se recusa a crescer, lá estávamos nós a marcar presença.

O jogo é todo um espectáculo, um "show americano", destinado a fazer dinheiro em troca de entretenimento. Enormes bancadas com os produtos oficiais (uma mera camisa custava mais de 70 dólares), pipocas e mais umas tantas "iguarias" americanas.

Enquanto o jogo nao começava, uma das mascotes dedicava-se a fazer tropelias no campo. Dançou várias músicas, sempre com uma coreografia, das quais vos deixo uma bem famosa música.





Alguém a reconhece? :)

Ao fim de algum tempo, lá entra equipa. Entram em grupo, no meio de uma grande ovaçao e de uma cortina de fumo. Colocam-se em círculo no meio do campo e um a um sao apresentados, enquanto fazem alguns malabarismos.






Alguém se anima a fazer o mesmo?!

Acabadas as apresentaçoes, tempo para aquecer. Mas, claro está, como sao os Globetrotters, o aquecimento nao é normal. Dedicam-se uma vez mais a mostrar todo o seu arsenal de truques e malabarismos, para gáudio dos espectadores.




Por fim, começa o jogo. Quem é o oponente? Os Generals. A equipa que ano após ano, nos últimos anos, tem acompanhado os Globetrotters nas suas digressoes, quer internas, quer internacionais. Pelos vistos nao sao uma equipa qualquer, mas sim as reservas da equipa principal, aquela que dá acesso à tao almejada camisa dos Globetrotters. O jogo em si, acaba por ser uma palhaçada constante. De básquete, pouco ou nada se vê, muito espectáculo sim, mas aquele respeito pelas regras... regras?! Nao existe cá disso... Desde gozarem com o árbitro, com os jogadores adversários até cenas de hipnotismo por parte do treinador adversário, houve de tudo um pouco.


Quem necessitava de óculos? O árbitro...



Acabados os dois primeiros quartos, vem o intervalo do jogo. Para alguns, tempo de uma rápida corrida à casa de banho. Para mim, tempo para me imiscuir um pouco mais na cultura norte-americana e comer mais uma das coisas típicas dos dias de jogo ou de festa. Desta vez, experimentei um "shaved ice". O que é? Basicamente gelo regado com xarope de fruta ou de qualquer outra coisa. Doce sim, hiper-mega-supercalórico também, mas... nao penso repetir. É daquelas coisas que uma vez basta.

Enquanto os jogadores descansavam, no campo era a hora dos patrocinadores, e da interacçao com o público em geral. As criancinhas dos assentos colocados ao longo das linhas laterais (bastante mais caros que os já caros bilhetes que comprámos nós) eram as principais visadas (havia que fazer render o dinheiro pago...).

A segunda metade, mais do mesmo. Muito espectáculo, pouco jogo. No final, o marcador apenas interessave, embora, obviamente, se soubesse de antemao quem tinha ganho o jogo. Nao me lembro se alguma vez foram a Portugal ou nao, mas é uma daquelas coisas que acho que vale a pena ir ver, só para se ter mais uma nova experiência. Depois do jogo, tempo para umas cervejitas e uma sandes no bar Legends of Notre Dame. No dia seguinte, sábado, levantar-nos-iamos às 7 da manha para ir passar o fim de semana a Chicago...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Um dia do melhor...

Como prometido, volto às actualizaçoes do blog, que tentarei que sejam pelo menos uma vez por semana, se bem que, haja muito que ainda nao contei. Depois de um Sábado de relativo descanso, com um pouco de trabalho e umas quantascervejas (más) no Bar Louie, tocou acordar cedo, para decidir o plano para o dia. E porquê decidir as coisas tao em cima da hora? Porque aqui o Inverno tem sido duro, e tinhamos um alerta de tempestade de Inverno para o dia de hoje. Vistas as previsoes, lá decidimos encontrar-nos às 9h. Tempo para uma paragem estratégica para retirar uns dólares e para comprar uns donuts acabadinhos de fazer (quentes e tao, mas tao saborosos...). Metemo-nos a caminho e 68 milhas depois lá chegámos ao destino: Pokagon State Park, em... Angola :) E o que nos levou lá? Nada mais nada menos que um tobogan bem grande, como podem ver nas fotografias. Haviam umas "quantas" pessoas, e a fila avançava com uma lentidao exasperante. Em duas horas, conseguimos descer apenas 3 vezes... mas cada uma melhor que a outra. Tendo em conta que éramos 5, alugámos duas pranchas, numa iam as duas raparigas, na outra os 3 rapazes (uma equipa de "peso").

Gracejando gracejando, lá chegámos ao topo da escada. Desde aí, a pista já nao parecia tao pequena, nem tao simples de descer. Engoliu-se em seco, acabaram-se as piadas e lá nos colocámos preparados para descer. Numa palavra: impressionante. É uma sensaçao espectacular descer aquela pista a uma velocidade tao grande (segundo o radar atingimos as 34 milhas por hora!!).




Ao fim das 2 horas, estávamos, obviamente, esganados. A próxima paragem: a Buffalo Wild Winds Preserve, uma reserva que alberga bisontes americanos e onde os podemos comer também :) depois de nos termos perdido, passado por umas quantas igrejas das mais variadas religioes (aqui qualquer um pode começar a sua religiao), lá chegámos à reserva. Já só tinham hamburgueres, mas... souberam de maravilha. Ocasionalmente compro carne de búfalo e faço-a grelhada, e é uma carne bastante saborosa. Já de barriguinha cheia, lá nos metemos na caixa de uma carrinha e fomos para o meio da reserva, entrando no curral dos bisontes. Apesar de nao podermos descer, estivémos mesmo no meio deles. Tínhamos um guia bastante bom, que nos ensinou umas quantas coisas sobre os bisontes. Falámos bastante e a minha veia veterinária veio ao de cima, tenho "mergulhado" um pouco no bisonte como animal de interesse pecuário. Sao animais bonitos, curiosos e bastante inteligentes. Afinal, como o guia disse, ele apenas ali estao porque querem, conseguem perfeitamente fugir dos locais onde estao, conseguindo mesmo desenroscar alguns cadeados usando a língua. Nao foram criados como animais de criaçao, sao animais selvagens que ali foram parar. Têm personalidade e sao capazes de resistir a condiçoes ambientais extremamente variadas. Nao sabia, mas o pelo deles é tao bom isolante, que no local onde dormem, a neve nao derrete!

Aqui ficam umas fotografias. Sei que nao é o mesmo que vê-los ao vivo, mas... espero que os cons

Entrada da reserva

Um banco invulgar

Pele de bisonte... quentinha :)









sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Ausências...

Já lá vai um bom tempo sem escrever o que quer que seja no blog. Nao por falta de actividades, que têm sido umas quantas, mas mais bem por um cansaço extremo e um humor no final do dia que invariavelmente me fazem acabar por nao escrever nada. Este fim de semana vou actualizar o que tenho andado a fazer, desde a primeira (e única) aventura no ski, assim como fotos do lago Michigan congelado e mais umas quantas..